Onde um beijo sabe
a barcos e bruma.
No brilho redondo
e jovem dos joelhos.
Na noite inclinada
de melancolia.
Procura.
Procura a maravilha.
Eugénio de Andrade
Este blog tem sido um livro que guarda nele pedaços da minha vida. O que é, foi ou será branco, preto ou nem uma coisa nem outra.
Onde um beijo sabe
a barcos e bruma.
No brilho redondo
e jovem dos joelhos.
Na noite inclinada
de melancolia.
Procura.
Procura a maravilha.
Eugénio de Andrade
Meus queridos!
É verdade que faço anos!
28!
eheheh! :)
dia 19 só... calma...
Mas a pedido de muitas famílias escrevi a minha "wishes list"!
Toca a cumprir! :)
Gostava que me oferecessem:
- livros destes!
- fios eléctricos
- tinteiros e telemóveis destes!
- um equipamento destes ou mesmo leite ou marmelada!
Podem ainda, como prenda de aniversário, enviar-me um email a pedir para aderir a campanha de Natal que eu a Sofia, a Vanessa e a Marta estamos a desenvolver!
Se ficaram curiosos é só enviar um email! :)
Ou que, à semelhança dos anos passados, façam voluntariado este natal! Mas contemmmmmmmm-me como foi! Contem-me se fizeram e o que fizeram e onde fizeram e essas coisas todas! :)
Se quiserem mesmo mesmo mesmo gastar dinheiro então guardem que daqui a sensivelmente um mês! Vou pedir para apoiarem um projecto onde vão ser precisos uns dinheirinhos! ;)
OBRIGADA!
Agora que o silêncio é um mar sem ondas,
E que nele posso navegar sem rumo,
Não respondas
Às urgentes perguntas
Que te fiz.
Deixa-me ser feliz
Assim,
Já tão longe de ti como de mim.
Perde-se a vida a desejá-la tanto.
Só soubemos sofrer, enquanto
O nosso amor
Durou.
Mas o tempo passou,
Há calmaria...
Não perturbes a paz que me foi dada.
Ouvir de novo a tua voz seria
Matar a sede com água salgada.
Amo-te sem saber como, nem de onde, nem porquê……
Amo-te simplesmente sem complexos nem orgulhos,
Amo-te pois não conheço outra forma de viver
senão esta… amando-te.
Onde tu não “existes”, eu não “existo”…
Tão próximo que a tua mão no me peito é a minha mão…
tão próximo que quando fechas os olhos eu adormeço
Quem és tu?
Quem és tu? (Miúda)
Nesse sobressalto, desse salto alto
Quem és tu? (Miúda)
Que me atormentas, em câmara lenta
Quem és tu? (Miúda)
Miúda quem és?
Sou um evadido.
Logo que nasci
Fecharam-me em mim,
Ah, mas eu fugi.
Se a gente se cansa
Do mesmo lugar,
Do mesmo ser
Por que não se cansar?
Minha alma procura-me
Mas eu ando a monte,
Oxalá que ela
Nunca me encontre.
Ser um é cadeia,
Ser eu é não ser.
Viverei fugindo
Mas vivo a valer.
Fernando Pessoa
Faz-me o favor de não dizer absolutamente nada!
Supor o que dirá
Tua boca velada
É ouvir-te já.
É ouvir-te melhor
Do que o dirias.
O que és nao vem à flor
Das caras e dos dias.
Tu és melhor -- muito melhor!--
Do que tu. Não digas nada. Sê
Alma do corpo nu
Que do espelho se vê.