OPAAAAA...
ia morrendo... ;)
Obrigada!
Por isto e por tudo!
sexta-feira, novembro 25, 2011
quinta-feira, novembro 24, 2011
2 meses, 30 anos e uns dias!
segunda-feira, novembro 21, 2011
quinta-feira, novembro 17, 2011
no seguimento da enxurrada de emails e posts e feeds e sei la mais o que que recebi sobre a dita entrevista aos universitarios que falham todas as perguntas e que encandalizam o mundo o que tenho a dizer é que há que falar do positivo com (pelo menos) igual intensidade que se publica e se espalha a mensagem negativa seja do que for. aqui à uns dias uma amiga me dizia que se há quem saia durante a noite a destruir caixotes do lixo e a escrever nos carros, a fazer o mal leia-se, haveria que juntar amigos para sair a fazer o bem, a deixar mensagens de paz e a recontruir e limpar!
e tenho dito.
e tenho dito.
nao caibo em mim hoje.
nao caibo mesmo.
porque hoje nao sou só eu. é o pai é o mano e é a Vanessa.
tudo aqui.
hoje.
hoje, só danço o samba! :)
nao caibo mesmo.
porque hoje nao sou só eu. é o pai é o mano e é a Vanessa.
tudo aqui.
hoje.
hoje, só danço o samba! :)
quarta-feira, novembro 16, 2011
romper com o idealizado.
debatia-se hoje na aula de teologia fundamental a questao do encontro com a realidade.
acho que o meu professor hoje conseguiu pôr palavras certas e corrigir o que à muito tempo eu chamava de "gostar de conhecer os defeitos". pois... afinal nao é isso, descobri eu hoje. eu dizia, até hoje, que gosto de conhecer os defeitos das pessoas, as particularidades, as debilidades que fazem daquela pessoa alguem real e mais proximo de mim (imperfeita e debil). afinal descubro que o que normalmente fazemos é criar uma imagem de alguem, de algo, de uma cidade, de um país, de uma amiga... e o encontro com a realidade da-nos duas hipoteses. romper com o idealizado, o imaginado, o que nao é real ou romper com a realidade... e quantas vezes nós dizemos que nao gostamos daquela cidade por isto ou por aquilo, nao gostamos daquela pessoa por isto ou por aquilo... porque nao somos capazes de romper com o que imaginámos e idealizámos e aceitar a realidade.
acho que o meu professor hoje conseguiu pôr palavras certas e corrigir o que à muito tempo eu chamava de "gostar de conhecer os defeitos". pois... afinal nao é isso, descobri eu hoje. eu dizia, até hoje, que gosto de conhecer os defeitos das pessoas, as particularidades, as debilidades que fazem daquela pessoa alguem real e mais proximo de mim (imperfeita e debil). afinal descubro que o que normalmente fazemos é criar uma imagem de alguem, de algo, de uma cidade, de um país, de uma amiga... e o encontro com a realidade da-nos duas hipoteses. romper com o idealizado, o imaginado, o que nao é real ou romper com a realidade... e quantas vezes nós dizemos que nao gostamos daquela cidade por isto ou por aquilo, nao gostamos daquela pessoa por isto ou por aquilo... porque nao somos capazes de romper com o que imaginámos e idealizámos e aceitar a realidade.
tambem eu amo devagar os meus amigos.
Amo devagar os amigos que são tristes com cinco dedos de cada lado.
Os amigos que enlouquecem e estão sentados, fechando os olhos,
com os livros atrás a arder para toda a eternidade
dentro do fogo.
— Temos um talento doloroso e obscuro.
Construímos um lugar de silêncio.
De paixão.
Herberto Helder
Os amigos que enlouquecem e estão sentados, fechando os olhos,
com os livros atrás a arder para toda a eternidade
dentro do fogo.
— Temos um talento doloroso e obscuro.
Construímos um lugar de silêncio.
De paixão.
Herberto Helder
terça-feira, novembro 15, 2011
segunda-feira, novembro 14, 2011
Tudo em silêncio,
As irmas em oraçao,
As luzes ainda a meio gás,
e eu...
cá dentro...
sem saber explicar como ou porquê...
a sorrir e a cantar esta música!
ele há dias... ;)
As irmas em oraçao,
As luzes ainda a meio gás,
e eu...
cá dentro...
sem saber explicar como ou porquê...
a sorrir e a cantar esta música!
ele há dias... ;)
sexta-feira, novembro 11, 2011
quinta-feira, novembro 10, 2011
quarta-feira, novembro 09, 2011
hoje todos me "falam" de simplicidade.
"Em vez de austeridade – diz Anthony de Mello – os nossos governantes deveriam pedir-nos para saborear a vida. É que, a maior parte de nós, perdeu a capacidade de gozar as coisas simples. Afogamo-nos em trabalho para poder comprar coisas; e quando as possuímos, não as saboreamos; é absurdo. Mas, se gozarmos intensamente cada momento do dia, então precisaremos de muito pouco. Devemos cortar, sim; sobretudo nas correrias."
em Ver para alem do olhar
"Sabes, eu estou cansada de ouvir falar de crise de eleiçoes de dores e perdas." e depois de uma pausa a irma Esperanza diz: "Deviam falar-nos de vez em quando de flores, de terra e de carinho!"
"(...)aprendi a parar, sentar-me numa pedra ou num troco na beira desse cruzamento das mil setas e esperar, esperar para que o caminho fique mais claro." I.
em Ver para alem do olhar
"Sabes, eu estou cansada de ouvir falar de crise de eleiçoes de dores e perdas." e depois de uma pausa a irma Esperanza diz: "Deviam falar-nos de vez em quando de flores, de terra e de carinho!"
"(...)aprendi a parar, sentar-me numa pedra ou num troco na beira desse cruzamento das mil setas e esperar, esperar para que o caminho fique mais claro." I.
segunda-feira, novembro 07, 2011
depois de uma conversa sobre o significado da palavra homem e de uma aula onde se falou muito de tribos vim para casa a pensar que nós continuamos muito "tribais".
é verdade que ha muitos que só se preocupam com "os seus" e os problemas "dos seus", é tambem verdade que há muitos que saiem dessa bolhinha e se dedicam e se preocupam com grupos muito alargados de pessoas mas sempre porque algo lhes toca, toca a um dos seus...
poucos sao os que nos vêm, ao mundo, como uma só tribo um só grupo de pessoas...
pode até ser que seja uma conclusao tolinha mas a verdade é que esta visao, de que somos um só, resolveria muita coisa.
vou ali pensar mais um pouco e já volto...
é verdade que ha muitos que só se preocupam com "os seus" e os problemas "dos seus", é tambem verdade que há muitos que saiem dessa bolhinha e se dedicam e se preocupam com grupos muito alargados de pessoas mas sempre porque algo lhes toca, toca a um dos seus...
poucos sao os que nos vêm, ao mundo, como uma só tribo um só grupo de pessoas...
pode até ser que seja uma conclusao tolinha mas a verdade é que esta visao, de que somos um só, resolveria muita coisa.
vou ali pensar mais um pouco e já volto...
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