
sexta-feira, abril 29, 2011
quinta-feira, abril 28, 2011
Porque é que este sonho absurdo
Porque é que este sonho absurdo
a que chamam realidade
não me obedece como os outros
que trago na cabeça?
Eis a grande raiva!
Misturem-na com rosas
e chamem-lhe vida.
José Gomes Ferreira
a que chamam realidade
não me obedece como os outros
que trago na cabeça?
Eis a grande raiva!
Misturem-na com rosas
e chamem-lhe vida.
José Gomes Ferreira
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terça-feira, abril 26, 2011
Hoje, depois de te escrever, fiquei meia nostalgica e revi na minha cabeça este e mais mil momentos como este! :)
Obrigada S. por seres minha amiga.
Obrigada S. por seres minha amiga.
quinta-feira, abril 21, 2011
quarta-feira, abril 20, 2011
terça-feira, abril 19, 2011
Temos feito coisas..
..incriveis!
Acho que eles são um tesouro tão especial na minha vida que acabo por guarda-lo só para mim.
Acho que os tento esconder debaixo da asa para não voarem cedo demais... Não sei explicar.
O Guê Jota é o grupo de jovens a que eu pertenço, são os "meus miudos", meus amigos, meus professores, peças fundamentais do meu caminho.
Não estão todos na fotografia mas é só uma imagem daquilo que somos.
Um único abraço.
Obrigada Guê Jotas.
quarta-feira, abril 13, 2011
Ir.
Vesti aquelas calças confortáveis,
apertei bem os ténis,
enchi a garrafa de água,
respirei fundo,
vi se tinha as chaves de casa,
tirei o som aos telemóveis e deixei-os em casa,
voltei a verificar o bolso das chaves,
e fui.
mas este caminho não começou aqui.
acho que o coração não precisou de nada disto para partir e a verdade é que já quase não o sinto cá.
medo? sim. algum.
o coração não o parece sentir mas a cabeça, essa, ui...
depois do terço rezado e de uma horinha de caminhada parece que voltei mas o coração continua com vontade de ir...
apertei bem os ténis,
enchi a garrafa de água,
respirei fundo,
vi se tinha as chaves de casa,
tirei o som aos telemóveis e deixei-os em casa,
voltei a verificar o bolso das chaves,
e fui.
mas este caminho não começou aqui.
acho que o coração não precisou de nada disto para partir e a verdade é que já quase não o sinto cá.
medo? sim. algum.
o coração não o parece sentir mas a cabeça, essa, ui...
depois do terço rezado e de uma horinha de caminhada parece que voltei mas o coração continua com vontade de ir...
quarta-feira, abril 06, 2011
terça-feira, abril 05, 2011
sexta-feira, abril 01, 2011
sexta-feira, março 25, 2011
Os Direitos Inalienáveis do Leitor
1 O Direito de Não Ler
2 O Direito de Saltar Páginas
3 O Direito de Não Acabar Um Livro
4 O Direito de Reler
5 O Direito de Ler Não Importa o Quê
6 O Direito de Amar os "Heróis" dos Romances
7 O Direito de Ler Não Importa Onde
8 O Direito de Saltar de Livro em Livro
9 O Direito de Ler em Voz Alta
10 O Direito de Não Falar do Que se Leu
Daniel Pennac in «Como um Romance»
2 O Direito de Saltar Páginas
3 O Direito de Não Acabar Um Livro
4 O Direito de Reler
5 O Direito de Ler Não Importa o Quê
6 O Direito de Amar os "Heróis" dos Romances
7 O Direito de Ler Não Importa Onde
8 O Direito de Saltar de Livro em Livro
9 O Direito de Ler em Voz Alta
10 O Direito de Não Falar do Que se Leu
Daniel Pennac in «Como um Romance»
"Já passavam das onze horas e ela ainda não tinha voltado a casa. Eu estava preocupadissimo a andar que nem uma barata tonta do quarto para a cozinha sem perceber o que podia fazer mais que não entupir o voicemail dela de mensagens, ligar a todas as amigas para descobrir o nome daquele iner.. inerg... iner qualquer coisa e ainda assim nada. Estava tão cansado daquele fado... Parecia um disco riscado. Castigo, dois dedinhos de liberdade, mil atrasos, castigo e o ciclo recomeçava. Não percebi... Descobri, só muito tempo depois, como eram passadas as noites dela e quem era Ele."
voltei a escrever. só não sei se o mesmo livro ou outro! :)
voltei a escrever. só não sei se o mesmo livro ou outro! :)
quinta-feira, março 24, 2011
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