1 O Direito de Não Ler
2 O Direito de Saltar Páginas
3 O Direito de Não Acabar Um Livro
4 O Direito de Reler
5 O Direito de Ler Não Importa o Quê
6 O Direito de Amar os "Heróis" dos Romances
7 O Direito de Ler Não Importa Onde
8 O Direito de Saltar de Livro em Livro
9 O Direito de Ler em Voz Alta
10 O Direito de Não Falar do Que se Leu
Daniel Pennac in «Como um Romance»
sexta-feira, março 25, 2011
"Já passavam das onze horas e ela ainda não tinha voltado a casa. Eu estava preocupadissimo a andar que nem uma barata tonta do quarto para a cozinha sem perceber o que podia fazer mais que não entupir o voicemail dela de mensagens, ligar a todas as amigas para descobrir o nome daquele iner.. inerg... iner qualquer coisa e ainda assim nada. Estava tão cansado daquele fado... Parecia um disco riscado. Castigo, dois dedinhos de liberdade, mil atrasos, castigo e o ciclo recomeçava. Não percebi... Descobri, só muito tempo depois, como eram passadas as noites dela e quem era Ele."
voltei a escrever. só não sei se o mesmo livro ou outro! :)
voltei a escrever. só não sei se o mesmo livro ou outro! :)
quinta-feira, março 24, 2011
Vou ser Madrinhaaaaaaaaaaaaaa! :)
Vou ser madrinha! Vou ser Madrinha! Vou ser madrinha!
Vou ser Madrinha! Vou ser madrinha! Vou ser Madrinha!
Vou ser madrinha! Vou ser Madrinha! Vou ser madrinha!
Vou ser Madrinha! Vou ser madrinha! Vou ser Madrinha!
Vou ser madrinha! Vou ser Madrinha! Vou ser madrinha!
Vou ser Madrinha! Vou ser madrinha! Vou ser Madrinha!
Vou ser madrinha! Vou ser Madrinha! Vou ser madrinha!
Vou ser Madrinha! Vou ser madrinha! Vou ser Madrinha!
Vou ser madrinha! Vou ser Madrinha! Vou ser madrinha!
Vou ser Madrinha! Vou ser madrinha! Vou ser Madrinha!
Vou ser madrinha! Vou ser Madrinha! Vou ser madrinha!
Vou ser Madrinha! Vou ser madrinha! Vou ser Madrinha!
Vou ser madrinha! Vou ser Madrinha! Vou ser madrinha!
Vou ser Madrinha de Crisma do Gabriel! :)
escusado será dizer que estou... felicissima!
Vou ser Madrinha! Vou ser madrinha! Vou ser Madrinha!
Vou ser madrinha! Vou ser Madrinha! Vou ser madrinha!
Vou ser Madrinha! Vou ser madrinha! Vou ser Madrinha!
Vou ser madrinha! Vou ser Madrinha! Vou ser madrinha!
Vou ser Madrinha! Vou ser madrinha! Vou ser Madrinha!
Vou ser madrinha! Vou ser Madrinha! Vou ser madrinha!
Vou ser Madrinha! Vou ser madrinha! Vou ser Madrinha!
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Vou ser Madrinha! Vou ser madrinha! Vou ser Madrinha!
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Vou ser Madrinha! Vou ser madrinha! Vou ser Madrinha!
Vou ser madrinha! Vou ser Madrinha! Vou ser madrinha!
Vou ser Madrinha de Crisma do Gabriel! :)
escusado será dizer que estou... felicissima!
Ama-me
Como se não existisse o amanhã,
Abraça-me
Como se o Momento durasse a Eternidade,
E nos pudessemos refugiar
Nos braços um do Outro,
Sem medos ou receios
Como se só Tu e eu existissemos,
Como se o mundo à volta fosse apenas ilusão
E não existisse Dor, Remorso ou Tristeza...
Porque Tu és um sonho (im)possível,
De tornar realidade,
E por isso chego a amaldiçoar,
O instante em que não Te conheci...
(...)
Como se não existisse o amanhã,
Abraça-me
Como se o Momento durasse a Eternidade,
E nos pudessemos refugiar
Nos braços um do Outro,
Sem medos ou receios
Como se só Tu e eu existissemos,
Como se o mundo à volta fosse apenas ilusão
E não existisse Dor, Remorso ou Tristeza...
Porque Tu és um sonho (im)possível,
De tornar realidade,
E por isso chego a amaldiçoar,
O instante em que não Te conheci...
(...)
quarta-feira, março 23, 2011
segunda-feira, março 21, 2011
Parabéns Diogo Ramalho
"cada um que passa na nossa vida, passa sozinho, pois cada pessoa é única e nenhuma substitui outra. cada um que passa na nossa vida, passa sozinho, mas não vai só... nem nos deixa sós. leva um pouco de nós mesmos, deixa um pouco de si mesmo. há os que levam muito, mas há os que não levam nada. essa é a maior responsabilidade da nossa vida, e a prova de que duas almas não se encontram ao acaso."
antoine de saint-exupéry
antoine de saint-exupéry
quinta-feira, fevereiro 24, 2011
rosa do principezinho

- O essencial é invisível para os olhos, repetiu o principezinho, a fim de se lembrar.
- Foi o tempo que perdeste com tua rosa que fez tua rosa tão importante.
- Foi o tempo que eu perdi com a minha rosa... repetiu o principezinho, a fim de se lembrar.
- Os homens esqueceram essa verdade, disse a raposa. Mas tu não a deves esquecer. Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas. Tu és responsável pela rosa...
- Eu sou responsável pela minha rosa... repetiu o principezinho, a fim de se lembrar."
Antoine de Saint-Exuperry in O principezinho
sexta-feira, fevereiro 18, 2011
Saber renunciar aos porquês!
- Chiu! - fez ele, misterioso, de dedo nos lábios. - Eu sei que é muito tarde, Théo. Mas estás com dificuldade de adormecer esta noite não estás?
- Como é que sabes? - espantou-se Théo, erguendo-se.
- Estive a observar-te, meu filho - disse o xeque. - Quando deixares de te atormentar à noite, terás percorrido metade do caminho. Posso sentar-me um bocadinho?
E, sem esperar pela resposta, instalou-se na cadeira.
- Contaram-te tantas coisas em dois dias, Théo... - começou ele. - E falaram-te tão pouco de Deus!
- E então... - suspirou Théo.
- Tão pouco e tão mal - disse gravemente o xeque, ajeitando as pregas da túnica. - Esquece os furores, esquece as guerras e os massacres, e vê aquilo que nos une. Temos apenas um único Deus, e ele falou-nos. Porque ele fala a Abrão, Moisés, Jesus ou Maomé, Deus dirigiu-se aos homens através de mensageiros. É claro que cada um tem o seu feitio. Moisés tinha fúrias, Jesus era bondoso, e Maomé possuía o sentido de justiça...
- Maomé, sentido de justiça? - atalhou Théo.
- Já calculava - suspirou o xeque. - No teu país, o Islão não é compreendido, e depois os meus dois amigos tinham tantas coisas para te dizer... Eu preferi escutar-te. E escutei a tua revolta, que não te ajudará a adormecer. Deixa-me falar-te de novo de Maomé.
- Mas já me contaste!
- Maomé assemelhava-se aos seus antecessores: procurava unir Deus e os homens com regras simples. Moisés ouviu Deus ditar-lhe as Tábuas da Lei, Jesus pregou a Boa Nova contida nos Evangelhos e o Anjo Gabriel ditou o Corão a Maomé. Moisés trouxe a ideia de lei, Jesus a de caridade, e Maomé a ideia de justiça. Para todos, Deus é Amor.
- Porquê falares-me disso agora? - murmurou Théo.
- Para te reconciliar com todos nós, meu filho - disse o xeque.- Para sossegar essa cabeçinha que nunca pára de objectar. Não penses que eu quero impedir-te de pensar. Mas o mal que te corrói pode desaparecer, Théo. Não te peço que acredites em Deus, não seria isso que te curaria. Simplesmente, fica sabendo que também tu és uma parcela de divindidade. O alento está em ti como em cada um de nós, Théo... Procura o caminho. Descobre o alento.
- Está bem - disse Théo. - Mas porquê?
- É preciso, de vez em quando, saber renunciar ao - disse o xeque. - Já não estás na idade das eternas perguntas, já não tens cinco anos! Sossega. Para encontrares alento, tens de te entregar. De te entregar, Théo! Senão, não te curas.
- Achas? - murmurou Théo, assustado.
- Num lugar qualquer do mundo, um de nós há-de curar-te, tenho a certeza - disse o xeque subindo o tom de voz. - O teu mal partirá para o sítio onde veio, trazido por um génio mau. Mas se resistes com porquês, então nenhum de nós poderá salvar-te. Só te peço que acredites no alento, mais nada.
- No alento? - espantou-se Théo. - O que é que isso quer dizer?
- Mais uma pergunta! - disse o xeque com autoridade. - Será que aceitas, desta vez, obedecer-me sem perguntar nada?
- Aceito - respondeu Théo sem hesitar.
Então fechando os olhos, o xeque pousou as mãos no peito de Théo. Daí a um bocadinho, um calor desconhecido invadiu as costas de Théo, a sensação de uma toalha quente depois de um banho de mar, o sol das praias da Grécia, a suavidade da face de Fatou... Adormeceu.
- Louvado seja o Todo-Poderoso - murmurou o xeque, levantando-se. - Havemos de te salvar, Théo. Nunca o esqueças.
E saiu em bicos de pés, aliviado." in a viagem de Theo
- Como é que sabes? - espantou-se Théo, erguendo-se.
- Estive a observar-te, meu filho - disse o xeque. - Quando deixares de te atormentar à noite, terás percorrido metade do caminho. Posso sentar-me um bocadinho?
E, sem esperar pela resposta, instalou-se na cadeira.
- Contaram-te tantas coisas em dois dias, Théo... - começou ele. - E falaram-te tão pouco de Deus!
- E então... - suspirou Théo.
- Tão pouco e tão mal - disse gravemente o xeque, ajeitando as pregas da túnica. - Esquece os furores, esquece as guerras e os massacres, e vê aquilo que nos une. Temos apenas um único Deus, e ele falou-nos. Porque ele fala a Abrão, Moisés, Jesus ou Maomé, Deus dirigiu-se aos homens através de mensageiros. É claro que cada um tem o seu feitio. Moisés tinha fúrias, Jesus era bondoso, e Maomé possuía o sentido de justiça...
- Maomé, sentido de justiça? - atalhou Théo.
- Já calculava - suspirou o xeque. - No teu país, o Islão não é compreendido, e depois os meus dois amigos tinham tantas coisas para te dizer... Eu preferi escutar-te. E escutei a tua revolta, que não te ajudará a adormecer. Deixa-me falar-te de novo de Maomé.
- Mas já me contaste!
- Maomé assemelhava-se aos seus antecessores: procurava unir Deus e os homens com regras simples. Moisés ouviu Deus ditar-lhe as Tábuas da Lei, Jesus pregou a Boa Nova contida nos Evangelhos e o Anjo Gabriel ditou o Corão a Maomé. Moisés trouxe a ideia de lei, Jesus a de caridade, e Maomé a ideia de justiça. Para todos, Deus é Amor.
- Porquê falares-me disso agora? - murmurou Théo.
- Para te reconciliar com todos nós, meu filho - disse o xeque.- Para sossegar essa cabeçinha que nunca pára de objectar. Não penses que eu quero impedir-te de pensar. Mas o mal que te corrói pode desaparecer, Théo. Não te peço que acredites em Deus, não seria isso que te curaria. Simplesmente, fica sabendo que também tu és uma parcela de divindidade. O alento está em ti como em cada um de nós, Théo... Procura o caminho. Descobre o alento.
- Está bem - disse Théo. - Mas porquê?
- É preciso, de vez em quando, saber renunciar ao
- Achas? - murmurou Théo, assustado.
- Num lugar qualquer do mundo, um de nós há-de curar-te, tenho a certeza - disse o xeque subindo o tom de voz. - O teu mal partirá para o sítio onde veio, trazido por um génio mau. Mas se resistes com porquês, então nenhum de nós poderá salvar-te. Só te peço que acredites no alento, mais nada.
- No alento? - espantou-se Théo. - O que é que isso quer dizer?
- Mais uma pergunta! - disse o xeque com autoridade. - Será que aceitas, desta vez, obedecer-me sem perguntar nada?
- Aceito - respondeu Théo sem hesitar.
Então fechando os olhos, o xeque pousou as mãos no peito de Théo. Daí a um bocadinho, um calor desconhecido invadiu as costas de Théo, a sensação de uma toalha quente depois de um banho de mar, o sol das praias da Grécia, a suavidade da face de Fatou... Adormeceu.
- Louvado seja o Todo-Poderoso - murmurou o xeque, levantando-se. - Havemos de te salvar, Théo. Nunca o esqueças.
E saiu em bicos de pés, aliviado." in a viagem de Theo
quarta-feira, fevereiro 16, 2011
Mais uma ausência e mais um pedacinho de mim!
Sei bem que não tenho conseguido falar-vos do meu caminho.
Aos poucos vou deixando que descortinem o que o meu coração fecha cá dentro. Sei que sim. Mas será sempre aos poucos, à medida que consigo, à medida de que me vejo capaz de dar os pequenos passos que implicam partilhar aquilo que me vai na alma.
Gostava de vos perguntar como fazem isso.
Como conseguem, ou não, e em que medida, partilhar o que sentem e vivem?
Por agora fico-me por isso e uma música.
Aos poucos vou deixando que descortinem o que o meu coração fecha cá dentro. Sei que sim. Mas será sempre aos poucos, à medida que consigo, à medida de que me vejo capaz de dar os pequenos passos que implicam partilhar aquilo que me vai na alma.
Gostava de vos perguntar como fazem isso.
Como conseguem, ou não, e em que medida, partilhar o que sentem e vivem?
Por agora fico-me por isso e uma música.
quinta-feira, janeiro 20, 2011
Recomeço!
Recomeço.
Recomeço hoje, recomeçei ontem e anteontem também.
Falho, caio, peco e ainda assim recomeço.
Sinto-me diferente. O aperto no coração, a nuvem na cabeça e o olhar meio perdido continuam cá mas agora tenho um rumo, uma felicidade interior que me faz ser paciente, calma e tranquila, mesmo quando não sou paciente, nem calma nem tranquila.
Aos poucos vou tentar pôr cá para fora o que me vai no peito, por agora apenas uma música e estas "teclas" que escrevem o que tantas vezes eu não consigo dizer nem sequer a mim mesma.
Obrigada.
Recomeço hoje, recomeçei ontem e anteontem também.
Falho, caio, peco e ainda assim recomeço.
Sinto-me diferente. O aperto no coração, a nuvem na cabeça e o olhar meio perdido continuam cá mas agora tenho um rumo, uma felicidade interior que me faz ser paciente, calma e tranquila, mesmo quando não sou paciente, nem calma nem tranquila.
Aos poucos vou tentar pôr cá para fora o que me vai no peito, por agora apenas uma música e estas "teclas" que escrevem o que tantas vezes eu não consigo dizer nem sequer a mim mesma.
Obrigada.
segunda-feira, novembro 15, 2010
à procura de mim...

ausente, desaparecida, longe, distante, estranha, tudo isso e mais... é o que me têm dito os que mais me querem bem, os que me têm mais perto, os que pensam em mim de alguma forma e gostam de mim, gostam da minha companhia!
pois é. tenho escrito muito, caminhado, rezado, pensado, cantado,... tanto que nem sei.
ando à procura do que quero fazer com a minha vida, à procura do que sinto, do que gosto, do que me faz sentir bem e do que me constroi.
ando à procura de mim e por isso vou estar mais umas semanas longeeeee...
rezem por mim.
"And i love you because you know who i am."
pois é. tenho escrito muito, caminhado, rezado, pensado, cantado,... tanto que nem sei.
ando à procura do que quero fazer com a minha vida, à procura do que sinto, do que gosto, do que me faz sentir bem e do que me constroi.
ando à procura de mim e por isso vou estar mais umas semanas longeeeee...
rezem por mim.
"And i love you because you know who i am."
quarta-feira, outubro 20, 2010
sexta-feira, outubro 15, 2010
Dia a Dia em pacotes de açúcar!
Um dia vou ter contigo quando menos esperares. Um dia troco o certo pelo incerto. Um dia vou-me apaixonar pela pessoa certa. Um dia levo-te para um elevador e carrego no "stop". Um dia quebro a rotina. Um dia sentes um pontapé na minha barriga. Um dia parto a loiça toda. Um dia levo-te o pequeno-almoço à cama. Um dia vais ao castigo. Um dia faço-te a folha. Um dia faço-te um striptease. Um dia vou conquistar a minha paz de espírito e a minha liberdade. Um dia vou-te provar. Um dia mando o chefe passear. Um dia deixo de pensar em ti e parto para outra. Um dia atiro-me de cabeça. Um dia vou lutar pelo que quero. Um dia digo-te que o teu lugar é comigo. Um dia hei-de compensar-te por tudo. Um dia arrisco a ver se petisco. Um dia dou um beijo à homem aranha. Um dia vou falar menos e ouvir mais. Um dia farei de ti a pessoa mais feliz do mundo. Um dia beijo-te a meio de uma frase. Um dia largamos tudo e fugimos juntos. Um dia vou sair para a rua e gritar que sou feliz. Um dia ainda faço 300 kms para estar contigo. Um dia peço-te em casamento. Um dia vou ter um filho lindo. Um dia nunca mais digo "um dia".
Um dia procuro-me e encontro-Te.
Um dia procuro-me e encontro-Te.
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