terça-feira, outubro 24, 2006

Favores em Cadeia!


Imaginem apenas. Fazemos um favor a alguém que realmente a ajude e dizemos que não queremos que este seja retribuido a nós, mas sim a três outras pessoas que, em troca fazem o mesmo a outras três.
E assim sucessivamente criando uma cadeia crescente de bondade e respeito.
Impossível? Eu acredito que não... ;)
Beijinhos

Acordei e hoje...

(...) Tudo em mim é a tendência para seguir outra coisa; uma impaciência da alma consigo mesma, como uma criança inoportuna; um desassossego sempre crescente e sempre igual. Tudo me interessa e nada me prende. Atendo a tudo sonhando sempre... (...)
Bernardo Soares em O Livro do Desassossego - Fernando Pessoa

segunda-feira, outubro 23, 2006

Tamos juntas!



Só para...
que saibas sempre...
que estamos...
mesmo...
JUNTAS!
Força em mais este passinho da tua vida linda! ;)
Vivam as camionetas à 1:40!!
Beijinhos

AMI


Mais um passinho que me trouxe muita coisa!
Aprendi imenso.
Trouxe comigo muitas conclusões sobre os dias e as pessoas de hoje que depois (com mais tempo) partilho convosco, mas principalmente trouxe imensos sorrisos, dádivas lindas e pessoas de alma doce!
Foram 4 dias não muito fáceis confesso mas... Gostei. Cresci!
Obrigada!
Para o ano lá estarei de latinha na mão com um sorriso gigante e com a frase...
"Boa tarde, quer ajudar a AMI?"
Beijinhos

Clássico em alvalade!


Adorei ir ao futebol! Foi mesmo um momento bom de convivio com o meu mano e de algum nervosismo (saudável). Adorei o jogo! Animo-me imenso, vibro e torço imenso pelo meu Sporting! :) Agora vai passar a ser um programinha quinzenal! Que bom...

domingo, outubro 22, 2006

Sempre...


"Só hoje senti
que o rumo a seguir
levava pra longe
senti que este chão
já não tinha espaço
pra tudo o que foge
não sei o motivo pra ir
só sei que não posso ficar
não sei o que vem a seguir
mas quero procurar..."


Sempre pensei que as coisas seladas com memórias durassem
Sempre tive dificuldade em lidar com os momentos corriqueiros
Sempre quis dias de grandes e inesquecíveis momentos
Sempre achei que fosse para sempre... nada é para sempre. nada.

Hoje dou por mim a pensar...
Será que também te sentes assim por dentro, vazio nos dias menos bons?
Queria acordar (pela primeira vez em tanto tempo) não em sobressalto, não a chorar, não assustada mas sim tranquila e com um sorriso rasgado na cara.
Não me sinto inteira.
Hoje dou por mim a pensar...

sábado, outubro 21, 2006

Uma definição...

Consumismo é o acto de consumir produtos ou serviços, muitas vezes, sem consciência. Há várias discussões a respeito do tema, entre elas o papel que a propaganda e publicidade exercem nas pessoas, induzindo-as ao consumo, mesmo que não necessitem de um produto comprado, sendo assim, fruto do capitalismo.
in Wikipédia.

Ah pois é!

Hoje acordei cedinho, tomei o matabixo (expressão moçambicana para pequeno almoço) na cama e vou por aí. Vou por aí aproveitar o dia que é mesmo o que me apetece hoje!
Beijinhos

quinta-feira, outubro 19, 2006

"vou-me tendo daquele lado da linha onde o dentro fica de fora"

Aprendi hoje...

...que o mundo anda com pressa...

e assim...

...passa-lhes a vida ao lado!

Sporting!

Ah pois é! Somos grandes!
Amei o jogo ontem! Demos luta, tivemos garra e apesar do resultado desfavorável saimos de cabeça levantada (como diz o Valter).
Estive lá, obrigada mano!
É tão emocionante!!! :)
Domingo... FCP!
Beijinhos

O projecto!


Fomos 4! Eu, a Filipa, o Paulo e o Diogo!
Voltamos. Eu voltei primeiro, depois voltaram eles e eu agora vejo que acabei por só "voltar" mesmo quando os vi e lhes dei aquele abraço!
Fomos desenvolver um projecto cheio de asas, cheio de brilhos, cheio de amor aos bocadinhos!
Fizemos tanto...
Tenho saudades, mas estou tão feliz de vos ter mais perto...
Beijinhos

quarta-feira, outubro 18, 2006

Por outras palavras...

Ninguém disse que os dias eram nossos
Ninguém prometeu nada
Fui eu que julguei que podia arrancar sempre
Mais uma madrugada
Ninguém disse que o riso nos pertence
Ninguém prometeu nada
Fui eu que julguei que podia arrancar sempre
Mais uma gargalhada
E deixar-me devorar pelos sentidos
E rasgar-me do mais fundo que há em mim
Emaranhar-me no mundo
E morrer por ser preciso
Nunca por chegar ao fim
Ninguém disse que os dias eram nossos
Ninguem prometeu nada
Fui eu que julguei que sabia arrancar sempre
Mais uma gargalhada
E deixar-me devorar pelos sentidos
E rasgar-me do mais fundo que há em mim
Emaranhar-me no mundo
E morrer por ser preciso
Nunca por chegar ao fim

Mafalda Veiga
em Por outras palavras - Cantar

É impressionante como...

... 5 anos e meio cabem (ou talvez não) numa caixa.

Se ...

... somos nós que velejamos a vida a bom porto, então que possamos dar as pinceladas que quisermos na tela, que possamos construir os castelos de areia com a envergadura com que os sentimos, sem que achemos que deixamos queimar o bolo ou mesmo que o dia amanhã vai ser pior só porque no rádio dizem que amanhã chove.

Vou...











...concerteza dormir melhor! Obrigada Anita.
Beijinhos

terça-feira, outubro 17, 2006

Hoje...

Foi um dia cheio. Cheio de coisas boas, más e de emoções de todos os feitios... Senti-me lá (senti as coisas com a intensidade que senti em Mz) e queria ter chegado, com a minha mochila (sinal que estou cá), lá.
Não estou. Ainda vou a caminho... Nos sonhos concerteza que é para lá que viajo!
Beijinhos

segunda-feira, outubro 16, 2006

Breve conceito...

Saudade é a lembrança triste e suave de pessoas ou coisas distantes ou extintas, acompanhada do desejo de as tornar a ver ou a possuir;
pesar pela ausência de alguém que nos é querido;
nostalgia;

ou... como eu gosto de acreditar... uma forma linda de sabermos que tivemos algo de bom connosco e que esse algo agora (pelo menos num bocadinho) nos pertence.

Seremos sempre!

"Na hora de pôr a mesa, éramos cinco: o meu pai, a minha mãe, as minhas irmãs e eu. Depois, a minha irmã mais velha casou-se. Depois a minha irmã mais nova casou-se. Depois, o meu pai morreu. Hoje, na hora de pôr a mesa, somos cinco, menos a minha irmã mais velha que está na casa dela, menos a minha irmã mais nova que está na casa dela, menos o meu pai, menos a minha mãe viúva. Cada um deles é um lugar vazio nesta mesa onde como sozinho. Mas irão estar sempre aqui na hora de pôr a mesa, seremos sempre cinco. Enquanto um de nós estiver vivo, seremos sempre cinco."

em A Criança em Ruínas
José Luis Peixoto

domingo, outubro 15, 2006

há dias...

em que fico assim feliz...


por ver sorrisos tão lindos... Juntos!