...porque é que as pessoas
(as que não acreditam claro está)
não acredita em Deus.
sexta-feira, setembro 03, 2010
quinta-feira, setembro 02, 2010
Um frasco de maionaise e café!
Quando as coisas na vida parecem demasiado, quando 24 horas por dia
não são suficientes...Lembra-te do frasco
de mayonese e do café.
Um professor, durante a sua aula de filosofia sem dizer uma palavra, pega num frasco de mayonese e esvazia-o...tirou a mayonese e encheu-o com bolas de golf.
A seguir perguntou aos alunos se o Frasco estava cheio. Os estudantes responderam sim.
Então o professor pega numa caixa cheia de Caricas e mete-as no frasco de mayonese. As Caricas encheram os espaços vazios entre as bolas de golf.
O professor voltou a perguntar aos alunos se o frasco estava cheio, e eles voltaram a dizer que sim.
Então...o professor pegou noutra caixa...uma caixa cheia de areia e esvaziou-a para dentro do frasco de mayonese. Claro que a areia encheu todos os espaços vazios e uma vez mais o pofessor voltou a perguntar se o frasco estava cheio. Nesta ocasião os estudantes responderam em unânime "Sim !".
De seguida o professor acrescentou 2 taças de café ao frasco e claro que o café preencheu todos os espaços vazios entre a areia. Os estudantes nesta ocasião começaram a rir-se...mas repararam que o professor estava sério e disse-lhes:
'QUERO QUE SE DÊEM CONTA QUE ESTE FRASCO REPRESENTA A VIDA'.
As bolas de golf são as coisas Importantes: como a familia, os filhos, a saúde, os amigos, tudo o que te apaixona. São coisas, que mesmo que se perdesemos tudo o resto, nossas vidas continuariam cheias.
As caricas são as outras coisas que importam como: o trabalho, a casa, o carro, etc.
A areia é tudo o demais,as pequenas coisas.
"Se pomos 1º a areia no frasco, não haveria espaço para as caricas nem para as bolas de golf. O mesmo acontece com a vida."
Se gastássemos todo o nosso tempo e energia nas coisas pequenas, nunca teríamos lugar para as coisas realmente importantes.
Presta atenção às coisas que são cruciais para a tua Felicidade.
Brinca ensinando os teus filhos,
Arranja tempo para ires ao medico,
Namora e vai com a tua/teu namorado/marido/mulher jantar fora,
Pratica o teu desporto ou hobbie favorito.
Haverá sempre tempo para limpar a casa e reparar as canalizações.
Ocupa-te das bolas de golf 1º, das coisas que realmente importam.
Estabelece as tuas prioridades, o resto é só areia...
Um dos estudantes levantou a mão e perguntou o que representava o café.
O professor sorriu e disse:
"...o café é só para vos demonstrar, que não importa o quanto a vossa vida esteja ocupada,sempre haverá espaço para um café com um amigo. "
(acho que estou a ficar lamechas. e a culpa é também da dr.ª princesa...
obrigada. tenho saudades tuas.)
não são suficientes...Lembra-te do frasco
de mayonese e do café.
Um professor, durante a sua aula de filosofia sem dizer uma palavra, pega num frasco de mayonese e esvazia-o...tirou a mayonese e encheu-o com bolas de golf.
A seguir perguntou aos alunos se o Frasco estava cheio. Os estudantes responderam sim.
Então o professor pega numa caixa cheia de Caricas e mete-as no frasco de mayonese. As Caricas encheram os espaços vazios entre as bolas de golf.
O professor voltou a perguntar aos alunos se o frasco estava cheio, e eles voltaram a dizer que sim.
Então...o professor pegou noutra caixa...uma caixa cheia de areia e esvaziou-a para dentro do frasco de mayonese. Claro que a areia encheu todos os espaços vazios e uma vez mais o pofessor voltou a perguntar se o frasco estava cheio. Nesta ocasião os estudantes responderam em unânime "Sim !".
De seguida o professor acrescentou 2 taças de café ao frasco e claro que o café preencheu todos os espaços vazios entre a areia. Os estudantes nesta ocasião começaram a rir-se...mas repararam que o professor estava sério e disse-lhes:
'QUERO QUE SE DÊEM CONTA QUE ESTE FRASCO REPRESENTA A VIDA'.
As bolas de golf são as coisas Importantes: como a familia, os filhos, a saúde, os amigos, tudo o que te apaixona. São coisas, que mesmo que se perdesemos tudo o resto, nossas vidas continuariam cheias.
As caricas são as outras coisas que importam como: o trabalho, a casa, o carro, etc.
A areia é tudo o demais,as pequenas coisas.
"Se pomos 1º a areia no frasco, não haveria espaço para as caricas nem para as bolas de golf. O mesmo acontece com a vida."
Se gastássemos todo o nosso tempo e energia nas coisas pequenas, nunca teríamos lugar para as coisas realmente importantes.
Presta atenção às coisas que são cruciais para a tua Felicidade.
Brinca ensinando os teus filhos,
Arranja tempo para ires ao medico,
Namora e vai com a tua/teu namorado/marido/mulher jantar fora,
Pratica o teu desporto ou hobbie favorito.
Haverá sempre tempo para limpar a casa e reparar as canalizações.
Ocupa-te das bolas de golf 1º, das coisas que realmente importam.
Estabelece as tuas prioridades, o resto é só areia...
Um dos estudantes levantou a mão e perguntou o que representava o café.
O professor sorriu e disse:
"...o café é só para vos demonstrar, que não importa o quanto a vossa vida esteja ocupada,sempre haverá espaço para um café com um amigo. "
(acho que estou a ficar lamechas. e a culpa é também da dr.ª princesa...
obrigada. tenho saudades tuas.)
Gerês!

Mal-me-quer-Bem-me-quer-Mal-me-quer-Bem-me-quer-Mal-me-quer-Bem-me-quer-Mal-me-quer-Bem-me-quer-Mal-me-quer-Bem-me-quer-Mal-me-quer-Bem-me-quer-Mal-me-quer-Bem-me-quer-Mal-me-quer-Bem-me-quer-Mal-me-quer-Bem-me-quer-Mal-me-quer-Bem-me-quer-Mal-me-quer-Bem-me-quer-Mal-me-quer-Bem-me-quer-Mal-me-quer-Bem-me-quer-Mal-me-quer-Bem-me-quer-Mal-me-quer-Bem-me-quer.
terça-feira, agosto 31, 2010
"Sê para eles: companheiro na marcha, guia nos cruzamentos, albergue no caminho, sombra no calor, luz na obscuridade, consolo nos seus desalentos e firmeza nos seus propósitos; para que, com o teu auxílio, cheguem incólumes ao término do seu caminho e enriquecidos de graças e de virtudes voltem ilesos às suas casas cheios de saudáveis virtudes."
uma frase vinda num email cheio de amor!
obrigada B.
uma frase vinda num email cheio de amor!
obrigada B.
quarta-feira, agosto 25, 2010
Nos próximos dias...
... estarei OUT!
volto no domingo com a cabeça no lugar e o coração cheio!
(espero eu)
volto no domingo com a cabeça no lugar e o coração cheio!
(espero eu)
Solidão
“Solidão não é a falta de gente para conversar, namorar, passear ... isto é carência.
Solidão não é o sentimento que experimentamos pela ausência de entes queridos que não podem mais voltar... isto é saudade.
Solidão não é o retiro voluntário que a gente se impõe, às vezes, para realinhar os pensamentos.....isto é equilíbrio.
Solidão não é o claustro involuntário que o destino nos impõe compulsoriamente para que revejamos a nossa vida.....isto é um princípio da natureza.
Solidão não é o vazio de gente ao nosso lado..... isto é circunstância.
Solidão é muito mais do que isto.
Solidão é quando nos perdemos de nós mesmos e procuramos pela nossa alma ... “
Francisco Buarque de Hollanda
(obrigada mosquitinha)
Solidão não é o sentimento que experimentamos pela ausência de entes queridos que não podem mais voltar... isto é saudade.
Solidão não é o retiro voluntário que a gente se impõe, às vezes, para realinhar os pensamentos.....isto é equilíbrio.
Solidão não é o claustro involuntário que o destino nos impõe compulsoriamente para que revejamos a nossa vida.....isto é um princípio da natureza.
Solidão não é o vazio de gente ao nosso lado..... isto é circunstância.
Solidão é muito mais do que isto.
Solidão é quando nos perdemos de nós mesmos e procuramos pela nossa alma ... “
Francisco Buarque de Hollanda
(obrigada mosquitinha)
bicicletada!
Missa Nova do Nuno!
segunda-feira, agosto 23, 2010
Vem, serenidade!
Vem, serenidade!
Vem cobrir a longa
fadiga dos homens,
este antigo desejo de nunca ser feliz
a não ser pela dupla humidade das bocas.
Vem, serenidade!
faz com que os beijos cheguem à altura dos ombros
e com que os ombros subam à altura dos lábios,
faz com que os lábios cheguem à altura dos beijos.
Raul de Carvalho
Vem cobrir a longa
fadiga dos homens,
este antigo desejo de nunca ser feliz
a não ser pela dupla humidade das bocas.
Vem, serenidade!
faz com que os beijos cheguem à altura dos ombros
e com que os ombros subam à altura dos lábios,
faz com que os lábios cheguem à altura dos beijos.
Raul de Carvalho
Macomia vai a Madrid!

passeamos muito, revivemos momentos, contamos histórias, choramos (muito), rimos (ainda mais), falamos, partilhamos vidas...
gostei muito de partilhar estes dias convosco Macomienses!
AMEI!
gostei muito de partilhar estes dias convosco Macomienses!
AMEI!

segunda-feira, agosto 16, 2010
SER FELIZ OU TER RAZÃO?
"Oito da noite, numa avenida movimentada. Os irmãos já estão atrasados para jantar na casa de uns amigos. O endereço é novo e ele consultou o mapa antes de sair. Ela conduz o carro. Ele orienta e pede para que vire, na próxima rua, à esquerda. Ela tem certeza de que é à direita. Discutem. Percebendo que além de atrasados, poderiam ficar mal-humorados, ele deixa que ela decida. Ela vira à direita e percebe, então, que estava errada. Embora com dificuldade, admite que insistiu no caminho errado, enquanto faz o retorno. Ele sorri e diz que não há nenhum problema se chegarem alguns minutos atrasados. Mas ela ainda quer saber: - Se tinhas tanta certeza de que eu estava indo pelo caminho errado, devias ter insistido um pouco mais... E ele diz: - Entre ter razão e ser feliz, prefiro ser feliz. Estávamos à beira de uma discussão, se eu insistisse mais, teríamos estragado a noite!
Esta pequena história foi contada por uma empresária, durante uma palestra sobre simplicidade no mundo do trabalho. Ela usou a cena para ilustrar quanta energia nós gastamos apenas para demonstrar que temos razão, independentemente, de tê-la ou não. Desde que ouvi esta história, tenho me perguntado com mais frequência: 'Quero ser feliz ou ter razão?'"
"Oito da noite, numa avenida movimentada. Os irmãos já estão atrasados para jantar na casa de uns amigos. O endereço é novo e ele consultou o mapa antes de sair. Ela conduz o carro. Ele orienta e pede para que vire, na próxima rua, à esquerda. Ela tem certeza de que é à direita. Discutem. Percebendo que além de atrasados, poderiam ficar mal-humorados, ele deixa que ela decida. Ela vira à direita e percebe, então, que estava errada. Embora com dificuldade, admite que insistiu no caminho errado, enquanto faz o retorno. Ele sorri e diz que não há nenhum problema se chegarem alguns minutos atrasados. Mas ela ainda quer saber: - Se tinhas tanta certeza de que eu estava indo pelo caminho errado, devias ter insistido um pouco mais... E ele diz: - Entre ter razão e ser feliz, prefiro ser feliz. Estávamos à beira de uma discussão, se eu insistisse mais, teríamos estragado a noite!
Esta pequena história foi contada por uma empresária, durante uma palestra sobre simplicidade no mundo do trabalho. Ela usou a cena para ilustrar quanta energia nós gastamos apenas para demonstrar que temos razão, independentemente, de tê-la ou não. Desde que ouvi esta história, tenho me perguntado com mais frequência: 'Quero ser feliz ou ter razão?'"
sexta-feira, agosto 13, 2010
terça-feira, agosto 10, 2010
Cê de...
Adeus Português
Nos teus olhos altamente perigosos
vigora ainda o mais rigoroso amor
a luz dos ombros pura e a sombra
duma angústia já purificada
Não tu não podias ficar presa comigo
à roda em que apodreço
apodrecemos
a esta pata ensanguentada que vacila
quase medita
e avança mugindo pelo túnel
de uma velha dor
Não podias ficar nesta cadeira
onde passo o dia burocrático
o dia-a-dia da miséria
que sobe aos olhos vem às mãos
aos sorrisos
ao amor mal soletrado
à estupidez ao desespero sem boca
ao medo perfilado
à alegria sonâmbula à vírgula maníaca
do modo funcionário de viver
Não podias ficar nesta casa comigo
em trânsito mortal até ao dia sórdido
canino
policial
até ao dia que não vem da promessa
puríssima da madrugada
mas da miséria de uma noite gerada
por um dia igual
Não podias ficar presa comigo
à pequena dor que cada um de nós
traz docemente pela mão
a esta pequena dor à portuguesa
tão mansa quase vegetal
Mas tu não mereces esta cidade não mereces
esta roda de náusea em que giramos
até à idiotia
esta pequena morte
e o seu minucioso e porco ritual
esta nossa razão absurda de ser
Não tu és da cidade aventureira
da cidade onde o amor encontra as suas ruas
e o cemitério ardente
da sua morte
tu és da cidade onde vives por um fio
de puro acaso
onde morres ou vives não de asfixia
mas às mãos de uma aventura de um comércio puro
sem a moeda falsa do bem e do mal
Nesta curva tão terna e lancinante
que vai ser que já é o teu desaparecimento
digo-te adeus
e como um adolescente
tropeço de ternura
por ti
Alexandre O'Neill
vigora ainda o mais rigoroso amor
a luz dos ombros pura e a sombra
duma angústia já purificada
Não tu não podias ficar presa comigo
à roda em que apodreço
apodrecemos
a esta pata ensanguentada que vacila
quase medita
e avança mugindo pelo túnel
de uma velha dor
Não podias ficar nesta cadeira
onde passo o dia burocrático
o dia-a-dia da miséria
que sobe aos olhos vem às mãos
aos sorrisos
ao amor mal soletrado
à estupidez ao desespero sem boca
ao medo perfilado
à alegria sonâmbula à vírgula maníaca
do modo funcionário de viver
Não podias ficar nesta casa comigo
em trânsito mortal até ao dia sórdido
canino
policial
até ao dia que não vem da promessa
puríssima da madrugada
mas da miséria de uma noite gerada
por um dia igual
Não podias ficar presa comigo
à pequena dor que cada um de nós
traz docemente pela mão
a esta pequena dor à portuguesa
tão mansa quase vegetal
Mas tu não mereces esta cidade não mereces
esta roda de náusea em que giramos
até à idiotia
esta pequena morte
e o seu minucioso e porco ritual
esta nossa razão absurda de ser
Não tu és da cidade aventureira
da cidade onde o amor encontra as suas ruas
e o cemitério ardente
da sua morte
tu és da cidade onde vives por um fio
de puro acaso
onde morres ou vives não de asfixia
mas às mãos de uma aventura de um comércio puro
sem a moeda falsa do bem e do mal
Nesta curva tão terna e lancinante
que vai ser que já é o teu desaparecimento
digo-te adeus
e como um adolescente
tropeço de ternura
por ti
Alexandre O'Neill
segunda-feira, agosto 09, 2010
quinta-feira, agosto 05, 2010
Quadrilha
"João amava Teresa que amava Raimundo que amava Maria que amava Joaquim que amava Lili que não amava ninguém. João foi para os Estados Unidos, Teresa para o convento, Raimundo morreu de desastre, Maria ficou pra tia, Joaquim suicidou-se e Lili casou com J. Pinto Fernandes que não tinha entrado na história."
e eu... acho Carlos Drummond de Andrade genial!
e eu... acho Carlos Drummond de Andrade genial!
EA 2010

partiu mais um grupo, mais um grupo de corações entregues à missão, ao espirito de missão, ao serviço, à vida em comunidade, à oração.
foi tão bom ver a alegria de quem parte pela segunda vez, o nervosismo de quem nunca pisou aquela terra, a felicidade e a emoção no rosto de todos, as familias, os que, como eu, sentem ainda a necessidade de tocar, de chegar a todos...
rezo por todos.
um abraço forte daqueles que aquecem a alma.
Voltei às linhas...
... e senti que preciso deste espaço, senti ainda que preciso de ter este espacinho actualizado com as minhas "viagens" interiores e exteriores.
É estranho perceber o espaço que ocupa já este cantinho virtual na minha vida e o quanto ele faz com quem eu consiga "arrumar" ideias, expôr pensamentos, musicas, poemas... tudo palavras que mostram o que me vai passando pela vida.
(Mudei de casa.
É oficial.
Moro sózinha no cantinho de uma amiga que migrou e estou feliz. Muito.
Obrigada eitch.)
E a maior parte das vezes sinto vontade de contar as novidades aqui.
Ao ouvido de algumas pessoas e aqui. :)
É estranho perceber o espaço que ocupa já este cantinho virtual na minha vida e o quanto ele faz com quem eu consiga "arrumar" ideias, expôr pensamentos, musicas, poemas... tudo palavras que mostram o que me vai passando pela vida.
(Mudei de casa.
É oficial.
Moro sózinha no cantinho de uma amiga que migrou e estou feliz. Muito.
Obrigada eitch.)
E a maior parte das vezes sinto vontade de contar as novidades aqui.
Ao ouvido de algumas pessoas e aqui. :)
quinta-feira, julho 22, 2010
Não escrevia à tanto tempo que chega a ser vergonhoso..
Tenho escrito para mim, confesso. Tenho escrito principalmente para me construir aos poucos. Tenho percebido, graças aos meus pilares e à oração, que a vida é mesmo boa. Que tenho tanto de bom, de pleno, de alegre, de feliz, de saudavel que pouco me posso queixar.
Tenho sorrido mais, dado mais de mim e estado mais para e com os outros.
Hoje mais um despedida no aeroporto. Mais uma daquelas que doem cá dentro mas... que me fazem perceber o quão sortuda eu sou.
Obrigada Pe Gabriel!
Até... já.
Tenho escrito para mim, confesso. Tenho escrito principalmente para me construir aos poucos. Tenho percebido, graças aos meus pilares e à oração, que a vida é mesmo boa. Que tenho tanto de bom, de pleno, de alegre, de feliz, de saudavel que pouco me posso queixar.
Tenho sorrido mais, dado mais de mim e estado mais para e com os outros.
Hoje mais um despedida no aeroporto. Mais uma daquelas que doem cá dentro mas... que me fazem perceber o quão sortuda eu sou.
Obrigada Pe Gabriel!
Até... já.
quarta-feira, julho 14, 2010
6 de Junho de 2010

faço de conta de que não em esqueci novamente do aniversário deste cantinho tão importante na minha vida e comemoro hoje!
5 anos.
1399 posts.
1825 dias.
7866 visitas.
um milhão de saudades, recordações, mimos, tristezas,
5 anos.
1399 posts.
1825 dias.
7866 visitas.
um milhão de saudades, recordações, mimos, tristezas,
poemas, alegrias, pessoas, beijinhos e abraços, sitios e viagens, tanto...
um obrigada. apenas um grande obrigada. por tudo.
um obrigada. apenas um grande obrigada. por tudo.
terça-feira, julho 13, 2010
Palavras para a Minha Mãe
mãe, tenho pena. esperei sempre que entendesses
as palavras que nunca disse e os gestos que nunca fiz.
sei hoje que apenas esperei, mãe, e esperar não é suficiente.
pelas palavras que nunca disse, pelos gestos que me pediste
tanto e eu nunca fui capaz de fazer, quero pedir-te
desculpa, mãe, e sei que pedir desculpa não é suficiente.
às vezes, quero dizer-te tantas coisas que não consigo,
a fotografia em que estou ao teu colo é a fotografia
mais bonita que tenho, gosto de quando estás feliz.
lê isto: mãe, amo-te.
eu sei e tu sabes que poderei sempre fingir que não
escrevi estas palavras, sim, mãe, hei-de fingir que
não escrevi estas palavras, e tu hás-de fingir que não
as leste, somos assim, mãe, mas eu sei e tu sabes.
José Luís Peixoto, in "A Casa, a Escuridão"
sábado, julho 10, 2010
segunda-feira, julho 05, 2010
quarta-feira, junho 30, 2010
Mais um musica linda.
Não ue seja a musica mais linda do mundo mas o dé a canta-la e depois a rádio a cantar uma versão tão diferente tornaram-na especial! ;)
WAKA WAKA!
WAKA WAKA!
quinta-feira, junho 24, 2010
Quico!
"O meu tesouro és tu
O meu tesouro és tu
eternamente tu
não há passos divergentes
para quem se quer encontrar..."
jorge palma
O meu tesouro és tu
eternamente tu
não há passos divergentes
para quem se quer encontrar..."
jorge palma
quarta-feira, junho 23, 2010
segunda-feira, junho 21, 2010
terça-feira, junho 15, 2010
Mais uma vez em modo telegrama...
geres. saudades... santos. alfama é linda! sushi. desejo!! emails. lindos e de looongeeee... angola, moçambique e haiti! o trabalho vai... indo. muito mas com uma ajuda nova e preciosa! e o coração... esse... nao tem tido descanso!
quarta-feira, junho 02, 2010
Nesta curva tão terna e lancinante
Nesta curva tão terna e lancinante
que vai ser que já é o teu desaparecimento
digo-te adeus
e como um adolescente
tropeço de ternura
por ti.
Alexandre O'Neill
que vai ser que já é o teu desaparecimento
digo-te adeus
e como um adolescente
tropeço de ternura
por ti.
Alexandre O'Neill
segunda-feira, maio 31, 2010
um domingo (em nada) como outro qualquer!
acordamos cedo, dormimos mais um pouco, ucal e torradas, o convento de Cristo, a famosa janela Manuelina, aprendizagens, partilha, conversa, gargalhada, Fátima, a igreja nova e a capelinha, e mais conversa, e mais partilha e mais gargalhada!
diverti-me muito. thanks eitch! :)
diverti-me muito. thanks eitch! :)
ahhhh!!! :)
a Cátia casou.
estou tãooooooo feliz por ela.
Parabéns miuda linda!
(mais pormenores com as fotografias...)
estou tãooooooo feliz por ela.
Parabéns miuda linda!
(mais pormenores com as fotografias...)
Nunca são as coisas mais simples
Nunca são as coisas mais simples que aparecem
quando as esperamos. O que é mais simples,
como o amor, ou o mais evidente dos sorrisos, não se
encontra no curso previsível da vida. Porém, se
nos distraímos do calendário, ou se o acaso dos passos
nos empurrou para fora do caminho habitual,
então as coisas são outras. Nada do que se espera
transforma o que somos se não for isso:
um desvio no olhar; ou a mão que se demora
no teu ombro, forçando uma aproximação
dos lábios.
Nuno Judice
domingo, maio 30, 2010
telegrama.
sem tempo. stop. feliz. stop. muita coisa para digerir. stop. muitos momentos incriveis esta semana. stop. prometo novidades para breve. stop. tenho fome e sede e sono mas tenho a alma cheia. stop. beijinho. stop. fui. stop.
terça-feira, maio 25, 2010
sábado, maio 22, 2010
sim fui multada.
sim o dia foi dos piores.
sim as saudades explodem no peito.
sim a fragilidade fez-se sentir.
mas... a novidade contada ao telefone de voz tremida da emoção fez-me vibrar. mesmo. o coração aqui deste lado está aos pulinhos de alegria como quando tinhamos 4 anos e nos diziam que podiamos estar mais 5 minutos na piscina! :) parabéns Sofia. parabéns M&M's!
sim o dia foi dos piores.
sim as saudades explodem no peito.
sim a fragilidade fez-se sentir.
mas... a novidade contada ao telefone de voz tremida da emoção fez-me vibrar. mesmo. o coração aqui deste lado está aos pulinhos de alegria como quando tinhamos 4 anos e nos diziam que podiamos estar mais 5 minutos na piscina! :) parabéns Sofia. parabéns M&M's!
quinta-feira, maio 20, 2010
Boa ideia, mãe!
Ele era muito distraído. Um cabeça-no-ar. Péssimo para fazer recados. Mas, mesmo assim, a mãe dele insistia:
– Ó Pedro, vai ali, se fazes favor, à mercearia do senhor Cosme e traz-me dois quilos de batatas.
O Pedro ia e voltava a correr com uma batata na mão.
– Então as outras? – perguntava a mãe.
– Já vou buscar, mãe – dizia o Pedro.
Nova corrida e nova batata. Trazia-as uma a uma...
– Ó filho, que trabalheira! Metia-las todas num saco e trazias, de uma só vez.
– Boa ideia, mãe. Para a próxima já sei.
O recado seguinte tinha a ver com o porco, que tinha ficado em observação no veterinário, por causa de umas vacinas, e que a mãe não tivera ainda tempo de ir buscar. Mandou o filho.
Quando o rapaz regressou sem o bicho, a mãe admirou-se.
– Fui metê-lo num saco e ele não quis – explicou o Pedro.
– Ó filho, trazia-lo para casa com um cordelinho amarrado pelo pé e tocáva-lo para diante com uma varinha.
– Boa ideia, mãe. Para a próxima já sei.
Pouco depois, a mãe mandou-o à feira para comprar um cântaro. Quando o Pedro chegou a casa trazia só a asa do cântaro, presa a um cordel. E ele, muito contente:
– Fiz como a mãe disse.
O que valia ao Pedro cabeça-no-ar é que a mãe tinha muita paciência. Ai dele se não tivesse!
António Torrado
www.historiadodia.pt
Sempre gostei de histórias. O meu irmão quando era pequeno inventava historinhas pequeninas, com coelhos aventureiros, com montanhas impossiveis de subir e nós sempre gostamos de criar finais diferentes para as histórias de sempre. Deitavamos de barriga para cima nos tapetes da casa e ficavamos horas a rir com a capuchinho vermelho que passava a andar de mota ou com a bela e o monstro que iam trabalhar para a industria ou... mil outras coisas.
Mas as historias que sempre me atrairam mais são as do Tom Sawyer e esta fez-me lembrar... :)
– Ó Pedro, vai ali, se fazes favor, à mercearia do senhor Cosme e traz-me dois quilos de batatas.
O Pedro ia e voltava a correr com uma batata na mão.
– Então as outras? – perguntava a mãe.
– Já vou buscar, mãe – dizia o Pedro.
Nova corrida e nova batata. Trazia-as uma a uma...
– Ó filho, que trabalheira! Metia-las todas num saco e trazias, de uma só vez.
– Boa ideia, mãe. Para a próxima já sei.
O recado seguinte tinha a ver com o porco, que tinha ficado em observação no veterinário, por causa de umas vacinas, e que a mãe não tivera ainda tempo de ir buscar. Mandou o filho.
Quando o rapaz regressou sem o bicho, a mãe admirou-se.
– Fui metê-lo num saco e ele não quis – explicou o Pedro.
– Ó filho, trazia-lo para casa com um cordelinho amarrado pelo pé e tocáva-lo para diante com uma varinha.
– Boa ideia, mãe. Para a próxima já sei.
Pouco depois, a mãe mandou-o à feira para comprar um cântaro. Quando o Pedro chegou a casa trazia só a asa do cântaro, presa a um cordel. E ele, muito contente:
– Fiz como a mãe disse.
O que valia ao Pedro cabeça-no-ar é que a mãe tinha muita paciência. Ai dele se não tivesse!
António Torrado
www.historiadodia.pt
Sempre gostei de histórias. O meu irmão quando era pequeno inventava historinhas pequeninas, com coelhos aventureiros, com montanhas impossiveis de subir e nós sempre gostamos de criar finais diferentes para as histórias de sempre. Deitavamos de barriga para cima nos tapetes da casa e ficavamos horas a rir com a capuchinho vermelho que passava a andar de mota ou com a bela e o monstro que iam trabalhar para a industria ou... mil outras coisas.
Mas as historias que sempre me atrairam mais são as do Tom Sawyer e esta fez-me lembrar... :)
quarta-feira, maio 19, 2010
segunda-feira, maio 17, 2010
sábado, maio 15, 2010
Hoje no São Jorge...

O grande JORGE PALMA! :)
Adoro!
Duas (das mil) canções que marcaram a minha vida!
Estrela do Mar.
Terra dos Sonhos.
quarta-feira, maio 12, 2010
domingo, maio 09, 2010
Sem um Filho te Apagarás no Poente
A luz real ergueu-se a oriente
com a coroa de fogo na cabeça:
e o nosso olhar, vassalo obediente,
ajoelha ante a visão que recomeça.
Enquanto sobe, Sua Majestade,
a colina do céu a passos de oiro,
adoramos-lhe a adulta mocidade
que fulge com as chamas dum tesoiro.
Mas quando o carro fatigado alcança
o cume e se despenha pela tarde,
desviamos os olhos já sem esperança:
no crepúsculo estéril nada arde.
Assim tu, meio dia ainda ardente,
sem um filho te apagarás no poente.
William Shakespeare, in "Sonetos"
Tradução de Carlos de Oliveira
Bem vindo Gustavo.
Parabéns João.
(serás sempre o meu malabaço. sempre.)
A luz real ergueu-se a oriente
com a coroa de fogo na cabeça:
e o nosso olhar, vassalo obediente,
ajoelha ante a visão que recomeça.
Enquanto sobe, Sua Majestade,
a colina do céu a passos de oiro,
adoramos-lhe a adulta mocidade
que fulge com as chamas dum tesoiro.
Mas quando o carro fatigado alcança
o cume e se despenha pela tarde,
desviamos os olhos já sem esperança:
no crepúsculo estéril nada arde.
Assim tu, meio dia ainda ardente,
sem um filho te apagarás no poente.
William Shakespeare, in "Sonetos"
Tradução de Carlos de Oliveira
Bem vindo Gustavo.
Parabéns João.
(serás sempre o meu malabaço. sempre.)
Obrigada.
Regressar.
(a menina ao meu colo tem o nome que me vai no coração. Esperança.)
quinta-feira, maio 06, 2010
Foi giro conhecer melhor o GasTagus,e falar de desenvolvimento,de projectos de cooperação para o desenvolvimento,de educação,e do estado do mundo,e sonhar... muito.
Parabéns Nunos e Companhia! :)
Parabéns Nunos e Companhia! :)
Tenho...
Terror de te amar
Sophia de Mello Breyner Andresen
Terror de te amar num sítio tão frágil como o mundo
Mal de te amar neste lugar de imperfeição
Onde tudo nos quebra e emudece
Onde tudo nos mente e nos separa
Sophia de Mello Breyner Andresen
Ontem...
Uma das minhas pulguinhas disse-me algo como:
"As pessoas crescidas têm sempre necessidade de explicações... Nunca compreendem nada sozinhas e é fatigante para as crianças estarem sempre a dar explicações!" Saint-Exuperry.
Concordo com ela. Completamente..
"As pessoas crescidas têm sempre necessidade de explicações... Nunca compreendem nada sozinhas e é fatigante para as crianças estarem sempre a dar explicações!" Saint-Exuperry.
Concordo com ela. Completamente..
quarta-feira, maio 05, 2010
4 dias de peregrinação...
Adoro-vos! :)
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